Stalking

Não é interesse fofo, não é timidez: é coleta de dados para futura manipulação.
Sabe aquela sensação estranha quando alguém que acabou de entrar na sua vida parece saber "demais" sobre você?
Antes mesmo da primeira conversa profunda, a pessoa parece que já sabe seus medos antigos, sua música favorita de anos atrás, os lugares que você frequenta e até os detalhes das suas dores passadas.
Isso não é conexão de alma. No ciclo do abuso, isso se chama stalking.
Na dinâmica que descrevo no meu livro "Parece Amor, mas é Abuso!", o stalking funciona como a primeira peça de um quebra-cabeça perverso:
• Observação silenciosa das suas redes, rotina e círculos sociais
• Coleta de vulnerabilidades, carências e feridas emocionais
• Monitoramento prévio de tudo o que você valoriza ou teme
Essa invasão serve de munição. É aqui que o manipulador descobre exatamente o que você quer ouvir para, logo em seguida, criar uma falsa sensação de compatibilidade perfeita.
Sua história não é roteiro para ninguém te encantar. Sua privacidade é um limite inegociável desde o primeiro contato.
Se você sentiu o estômago embrulhar no começo de uma relação, uma sensação estranha confie no seu instinto. Compreender a mecânica do abuso é o primeiro passo para não cair na armadilha.
Quer entender a fundo cada fase dessa dinâmica e se blindar de vez?






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